A organização do Blog

Para facilitar a navegação neste blog e encontrar cada assunto e postagem, abaixo estão expostos os critérios de organização. Esses critérios implicam em certa redundância para facilitar o acesso por temas e ao mesmo tempo permitir a vida típica de blog baseada nas atualizações.

Tudo nascerá aqui como uma postagem na página inicial. Todo assunto novo começa na página inicial (exceto, é claro, links para outros sites e posts como esse, que não são referentes ao assunto principal) como atualização do blog. Essa postagem é indexada a uma categoria que reunirá tudo  que for semelhante a ela. Temos categorias como “Técnica”, “Visão geral”, etc, e um post pode pertencer a mais de uma categoria.

Usando a facilidade de editar, os assuntos não serão necessariamente postados como assuntos completos. Um post pode ser inicialmente apenas uma introdução e ir recebendo nos dias subseqüentes, por uma semana ou mais, acréscimos e modificações sua consolidação dando conta do assunto que trata. Enquanto isso acontecer haverá uma menção no fim do post dele estar ainda incompleto. Essa é um escolha que me permite ir pensando sobre cada tema sem o ônus de produzir um artigo completo e fechado, dando mais agilidade à postagem e até msmo perceber o que nele falta a partir dos comentários.

Quando o post for considerado completado, uma cópia dele será gerada como uma subpágina dentro do menu de páginas que há na página principal, de modo a dar acesso direto a ele. Nesse momento ele passa a existir duplicado, uma versão sob a forma de post, uma versão sob a forma de página. Ao se tornar página ele passará à parte permanente do blog, passará a ser parte do “curso” de RAW.

Esta opção é muito derivada de minha maneira de escrever e de pensar, que se dá melhor com tarefas incrementais do que com tarefas que devem ser completadas a cada vez, e isso foi decisivo para a escolha de um blog e não de uma lista para a organização desse assunto.

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Este site não tem propósitos comerciais. Entretanto, se você achou úteis as informações e os conceitos aqui expostos e quiser fazer uma doação ao autor,  isto será muito bem vindo. As doações estão fixadas em 3 dólares e feitas exclusivamente através do PayPal. Para realizá-la, clique no botão abaixo. Independentemente de doação, você será sempre muito bem vindo a este site, que esperamos se torne cada vez mais útil e completo.



  1. Parabéns pela iniciativa.
    Conte comigo para aumentar o conteúdo.

    http://henriqueribas.wordpress.com

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As doações foram fixadas em 3 dólares e feitas exclusivamente através do PayPal. Para realizá-la, clique no botão acima. Independentemente de doação, você será sempre muito bem vindo a este site, que espero se torne cada vez mais útil e completo.

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Freqüentando fóruns e listas de fotografia na rede, percebi haver muitas pessoas que tendo ouvido falar das vantagens do RAW como formato para a Fotografia Digital demonstravam uma surpreendente inibição em usá-lo. Comecei a compreender haver uma razão nessa inibição, derivada de uma pergunta oculta. A pergunta era: “Para que?”. Porque as enormes vantagens do formato RAW somente são completamente acessíveis se a pessoa possui uma idéia do que deseja de cada fotografia. O formato em si não contém essa resposta, e não basta colocar a câmera em RAW para obter o potencial do formato. É preciso mais: é preciso mudar a maneira de pensar a Fotografia Digital e abraçar a verdadeira forma digital de capturar e de produzir imagens. Sem isso será somente algo trabalhoso e sem sentido. É preciso, sobretudo, abandonar a idéia da foto digital como “coisa pronta” que se obtém já na captura.

Escrever sobre RAW é como acrescentar um capítulo sobre Fotografia Digital ao livro O Negativo do Ansel Adams. Ou seja, só quem “revela” ou desenvolve a fotografia digital terá interesse nisso. A comparação do RAW com o negativo do filme seria péssima -e é pessíma sob certo ponto de vista- se não fosse ela dar conta precisamente disso: Quem se interessa por RAW é o mesmo tipo de gente que se interessaria em ampliar seus negativos ao invés de mandar para um laboratório fazê-lo. E o tipo de benefício obtido é igual: é obter o controle sobre a imagem em um nível muito superior e dar às imagens um poder de expressão muito maior.

Para tentar dar algumas pistas sobre o uso do RAW é que foi feito este blog. Ele nunca será um curso organizado, nunca responderá a todas as questões. Apesar de usar o formato há quase cinco anos, tudo o que sei aprendi empiricamente. Antes de tudo, este blog falará de “o que fazer”, pois o “como fazer” sempre precisa ter uma finalidade.  Como fazer sem saber porque, nada adianta. Nesse sentido o blog é diferente da maioria das abordagens existentes, e as complementa.

Este blog não tem por objetivo oferecer treinamento em nenhum conversor específico de RAW. O que se discutirá aqui serve para todos, é uma abordagem geral da fotografia em RAW. Eventualmente usaremos um ou outro conversor para mostrar algo ou comentaremos algo sobre algum deles, mas sem intenção de ensinar a usar e sem uma abordagem extensiva de nenhum.

Há excelentes livros em português escritos pelo fotógrafo Clício Barroso sobre o assunto. Para obter um conhecimento sistematizado e estruturado provavelmente é a melhor fonte disponível. Aqui a abordagem é menos técnica e mais ligada ao resultado, embora, é claro, não se possa escapar completamente das questões técnicas. Pelo fato de ter adquirido empiricamente o conhecimento, provavelmente os artigos terão abordagens pouco ortodoxas. Isso não me parece ruim, pois complementa o trabalho de maior profundidade que já existe. De toda forma, é como consigo fazer e espero que seja útil.

Ivan de Almeida


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